Fwd: Aposentado ativo (exemplo a ser seguido) kkkk
já foi repassado!!!
E estou indo muito bem! |
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IMAGINE - UZUPIS
E estou indo muito bem! |
Um médico no interior de Minas, queria tirar um dia de folga mais não podia fechar o consultório.
Chamou o Zé (responsável pela única farmacia da cidadezinha) e falou para ele:
- Estou muito cansado e preciso descansar um dia. Como aqui não acontece nada grave você fica no meu lugar .
O Zé aceitou. O médico vestiu o jaleco no Zé e foi pescar.
De tardezinha quando retornou perguntou ao Zé:
- E aí Zé como foi o dia
O Zé respondeu:
- Correu as mil maravia. Atendi treis duente.
O médico preocupado perguntou:
Quais foram os casos?
O Zé disse:
- O primero era um homi que tava com dô de estambo.
O médico perguntou:
O que você deu para ele?
O Zé respondeu:
- Dei omeprasó..
O médico disse:
- Tá certo OMEPRAZOL. E o segundo:
O Zé disse:
- O segundo foi um outro homi que tava com dô de cabeça.
O médico perguntou:
- O que você deu para ele:
- Dei Tilenó
O médico disse:
- Correto TYLENOL. E o terceiro?
- A terceira foi uma muié que entrô, trancô a porta, tirô a ropa, ficô peladinha, deitô na cama e disse:
-O sinhô pricisa resolvê o meu pobrema, fais 5 anos que eu não vejo um homi.
O medico preocupado disse:
- Meu Deus do ceu, o que você fez com ela?
- O Zé disse:
- CARQUEI COLIRIO NO ZÓIO DELA UAI
| No interior de Pernambuco, o delegado registrava a queixa de uma moça que se dizia deflorada pelo namorado.
Na ausência de médico na cidade, pediu um laudo, por escrito, a uma parteira afamada da região para anexar ao processo. Eis o laudo proferido pela profissional:
"Eu , Maria Francisca da Conceição, parteira oficial do distrito de Jenipapo,declaro para o bem do meu ofício que, examinando os baixos fudetórios de Maria das Mercedes, constatei manchas arroxicadas na altura da crica, que para mim, ou foi supapo de rola ou solavanco de pica. É verdade e dou fé." |
| Isto é uma verdadeira preciosidade, para guardar. Seguramente um dos melhores mails que me chegou e que partilho.
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Nesses tempos de Internet, redes sociais, e-mails, uma das questões mais interessante é a tentativa de monitorar a notícia por parte de alguns grandes veículos de mídia.
Refiro-me à cortina de silêncio imposta pelos quatro grandes grupos de mídia – Folha, Estado, Abril e Globo – às revelações sobre as ligações perigosas do Grupo Abril – da revista Veja – com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Flavinha
| Concentração total | |||
| Nutróloga lista os dez alimentos mais indicados para manter a boa saúde do cérebro | |||
| | 24/04/2012 | ||
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Charge de Aroeira, do jornal O Dia |
MILÃO — O Vaticano enfrenta uma grande controvérsia sobre o enterro de um notório chefe mafioso ocorrido 22 atrás, com novas informações de que a Igreja aceitou um bilhão de liras (mais de R$ 1,245 milhão) como pagamento de uma viúva para permitir o enterro de seu marido em uma basílica, ao lado de antigos Papas. Uma fonte da Santa Sé contou à agência de notícias italiana Ansa que "apesar da relutância inicial", o então vigário-geral de Roma, o cardeal Ugo Poletti, "face a um montante tão conspícuo, deu sua benção" para o controverso sepultamento de Enrico De Pedis, chefe do grupo mafioso Banda de Magliana, da capital italiana. O dinheiro teria sido usado em missões e na restauração da Basílica de São Apolinário, onde De Pedis foi colocado, ao lado de Papas e cardeais, após seu assassinato em 1990. As informações, que não foram comentadas pelo Vaticano, podem explicar como um notório criminoso foi enterrado em um local tão sagrado. Na semana passada, para combater as crescentes críticas e ajudar a resolver o mistério que perdura sobre o assassinato há 30 anos, as autoridades do Vaticano decidiram retirar os restos mortais de De Pedis de sua cripta especial.
Motivo: eles se insubordinariam. Foi esse um dos destaques da entrevista do atual governador do Paraná – Beto Richa (PSDB) – à rádio CBN, nesta quinta-feira.
A polêmica girou em torno da possibilidade de obrigatoriedade de diploma de curso superior para o concurso de policiais militares do estado. Enquanto Richa acha positivo a não obrigatoriedade, associações que representam os policiais militares pensam diferente.
De acordo com o governador do Paraná, é bom que policiais não tenham diploma, porque gente formada normalmente é muito insubordinada.
"Uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior", afirmou o governador.
A declaração é um desestímulo claro à educação dentro da corporação e abre margem a interpretações – claro. A primeira que podemos inferir é que Beto Richa mostra uma visão míope sobre a realidade social. Como se pessoas sem estudo superior não pudessem ser contestadoras ou insubordinadas.
Se fosse assim, as greves comandadas por Lula no ABC paulista – de 1978 para frente – nunca teriam acontecido. E a história moderna de nosso país seria bem diferente.
E o que é mais grave: sua fala indica uma realidade ou um desejo de que a corporação atenda ordens cegamente, sem autonomia.
O governador do Paraná poderia ter defendido a falta de necessidade de diploma para ser policial militar, mas com outros argumentos. Argumentos mais lúcidos. [GazetaDoPovo, dica de Diego Willrich]
-- Ana Luiza Sallai